Cerca de 50 pessoas, entre professores da rede pública municipal, pais de alunos e sindicalistas do Sindspam e da Subsede regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), participaram de uma manifestação nesta terça-feira (04) para reivindicar mais segurança nas unidades de ensino dos bairros Cidade Aracy e Antenor Garcia.
Eles se reuniram em frente à Cemei Maria Consuelo Tolentino, que no final do mês passado foi alvo de atos de vandalismo contra o prédio e contra veículos de professores. Depois de uma rápida assembleia, os manifestantes decidiram seguir em carreata até a Prefeitura Municipal, para acompanhar a diretoria do Sindspam na entrega de um ofício com as reivindicações que estavam sendo discutidos. A carreata passou em frente de todas as unidades escolares dos dois bairros e depois seguiu até a Prefeitura.
Os manifestantes foram recepcionados pelo secretário de Governo Júlio Soldado, que recebeu o ofício em nome do prefeito Paulo Altomani. Porém durante a entrega, Soldado se exaltou e disse que aqueles manifestantes faziam parte de uma massa política, como resposta ganhou várias vaias e a união ainda maior dos servidores que resolveram ficar na frente do paço até que uma resposta satisfatória fosse dada pela Prefeitura.
O presidente do Sindspam Adail Alves de Toledo, não concordou com as declarações de Soldado e disse que o sindicato estava ali cumprindo o seu papel que é o de defender os interesses e as necessidades da categoria. “Estamos reivindicando segurança no trabalho e as condições de trabalho, como houve o problema com aquele pai de aluno, os professores e os alunos ficaram sem segurança, então estamos aqui reivindicando uma segurança, não tem nada de político nisso”, afirmou o presidente.
Depois de muita discussão o secretário de Governo concordou em receber no auditório da Prefeitura uma comissão formada por dirigentes do Sindspam e alguns professores que participavam da manifestação. Soldado ouviu as solicitações e garantiu que a prefeitura irá disponibilizar um guarda municipal para cada escola, de segunda a sexta-feira e ressaltou que haverá um estudo por parte da atual administração para verificar a possibilidade de se implantar a vigilância também nos finais de semana para evitar danos no patrimônio público.
O presidente Adail ainda afirmou que também ficou acordado nesta reunião, que não haverá qualquer punição e nem desconto do dia de trabalho para os servidores que participaram deste protesto.
Cemei foi alvo de violência por duas vezes – A Cemei Maria Consuelo Tolentino, foi alvo de depredação e de danos em duas ocasiões no final do mês passado. Vândalos danificaram com pedras o vidro de uma das janelas da sala de atendimento a alunos especiais. Na mesma semana um homem invadiu a Cemei, fez ameaças aos professores e funcionários e danificou oito carros com uma foice de cortar cana. Ele foi detido posteriormente pela PM e preso no Centro de Triagem.
Segundo funcionário da escola, o homem estava alterado e dizia que havia ido à escola buscar seu filho de dois anos. No entanto, a criança não estava matriculada naquela unidade.
No mesmo final de semana a Cemei José de Campos Pereira, localizada na mesma região, também teve vidros quebrados por vândalos. De acordo com a diretora da unidade, três salas foram danificadas por pedras.
Cerca de 50 pessoas, entre professores da rede pública municipal, pais de alunos e sindicalistas do Sindspam e da Subsede regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), participaram de uma manifestação nesta terça-feira (04) para reivindicar mais segurança nas unidades de ensino dos bairros Cidade Aracy e Antenor Garcia.
Eles se reuniram em frente à Cemei Maria Consuelo Tolentino, que no final do mês passado foi alvo de atos de vandalismo contra o prédio e contra veículos de professores. Depois de uma rápida assembleia, os manifestantes decidiram seguir em carreata até a Prefeitura Municipal, para acompanhar a diretoria do Sindspam na entrega de um ofício com as reivindicações que estavam sendo discutidos. A carreata passou em frente de todas as unidades escolares dos dois bairros e depois seguiu até a Prefeitura.
Os manifestantes foram recepcionados pelo secretário de Governo Júlio Soldado, que recebeu o ofício em nome do prefeito Paulo Altomani. Porém durante a entrega, Soldado se exaltou e disse que aqueles manifestantes faziam parte de uma massa política, como resposta ganhou várias vaias e a união ainda maior dos servidores que resolveram ficar na frente do paço até que uma resposta satisfatória fosse dada pela Prefeitura.
O presidente do Sindspam Adail Alves de Toledo, não concordou com as declarações de Soldado e disse que o sindicato estava ali cumprindo o seu papel que é o de defender os interesses e as necessidades da categoria. “Estamos reivindicando segurança no trabalho e as condições de trabalho, como houve o problema com aquele pai de aluno, os professores e os alunos ficaram sem segurança, então estamos aqui reivindicando uma segurança, não tem nada de político nisso”, afirmou o presidente.
Depois de muita discussão o secretário de Governo concordou em receber no auditório da Prefeitura uma comissão formada por dirigentes do Sindspam e alguns professores que participavam da manifestação. Soldado ouviu as solicitações e garantiu que a prefeitura irá disponibilizar um guarda municipal para cada escola, de segunda a sexta-feira e ressaltou que haverá um estudo por parte da atual administração para verificar a possibilidade de se implantar a vigilância também nos finais de semana para evitar danos no patrimônio público.
O presidente Adail ainda afirmou que também ficou acordado nesta reunião, que não haverá qualquer punição e nem desconto do dia de trabalho para os servidores que participaram deste protesto.
Cemei foi alvo de violência por duas vezes – A Cemei Maria Consuelo Tolentino, foi alvo de depredação e de danos em duas ocasiões no final do mês passado. Vândalos danificaram com pedras o vidro de uma das janelas da sala de atendimento a alunos especiais. Na mesma semana um homem invadiu a Cemei, fez ameaças aos professores e funcionários e danificou oito carros com uma foice de cortar cana. Ele foi detido posteriormente pela PM e preso no Centro de Triagem.
Segundo funcionário da escola, o homem estava alterado e dizia que havia ido à escola buscar seu filho de dois anos. No entanto, a criança não estava matriculada naquela unidade.
No mesmo final de semana a Cemei José de Campos Pereira, localizada na mesma região, também teve vidros quebrados por vândalos. De acordo com a diretora da unidade, três salas foram danificadas por pedras.













